A procura pelos projetos de artesanato e de TIC (tecnologia da informação e comunicação) do Programa Economia Criativa do PTS (Parque Tecnológico de Sorocaba) superou as expectativas. Foram 131 inscritos para as 60 vagas – 30 cada – que havia à disposição dos interessados.

Para o presidente do PTS, Roberto Freitas, a grande procura mostra que o trabalho está no caminho certo, que é o de fortalecer e incentivar o desenvolvimento cultural e regional. “Os projetos são uma iniciativa do Parque Tecnológico, em parceria com o Sebrae-SP, e o objetivo é apoiar e aproximar os empreendedores por meio de ferramentas de gestão”, explica.

As aulas começam na próxima semana. Neste momento, os empreendedores estão sendo contatados para assinar os termos de compromisso. Caso haja desistência, é chamado outro interessado que está na lista de espera.

O projeto de artesanato conta com 38 horas de atividades e cursos como: Canvas – modelo de negócios, formalização, formação de preços, entre outros. Já o de tecnologia da informação e comunicação é de 41 horas e tem como áreas de gestão marketing, vendas, estratégia e consultorias na empresa.

O Programa Economia Criativa é mais uma ação da forte parceria entre o Parque Tecnológico e o Sebrae, ressalta Roberto Freitas. Segundo ele, o PTS subsidia 100% das vagas, tornando-as de graça aos empresários. “No entanto, os mesmos precisam se comprometer a participar de, pelo menos, 85% das atividades”, reforça.

As atividades do projeto de artesanato serão na Uniten (Universidade do Trabalhador, Empreendedor e Negócios) de Sorocaba, localizada na Avenida General Osório, 1840. As da TIC serão no Parque Tecnológico – Avenida Itavuvu, 11.777.

Primeiro semestre

Responsável pelo Programa Economia Criativa, Malú Cerqueira lembra que os mesmos projetos foram realizados no primeiro semestre com excelentes resultados aos empreendedores que se fortaleceram, geraram negócios, abriram escritórios e aumentaram as vendas, trazendo impactos positivos para o município.

Conforme ela, no primeiro semestre foram promovidos projetos para arquitetos, artesãos e empresários de TIC. “A base para os cinco projetos, os três do primeiro semestre e agora os dois do segundo, é a de trabalhar e fortalecer a economia criativa, gerando valor intelectual, cultural e social para o município”, conclui.

 

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